O Património Botânico do Santuário foi gravemente afetado pelo incêndio florestal de 15 de outubro de 2017 que queimou grande parte das árvores existentes no jardim botânico.

Para que se possa perceber a verdadeira dimensão dos estragos provocados pelo incêndio, divulga-se uma fotografia do jardim com as espécies de árvores existentes antes da catástrofe, bem como o percurso que era recomendado para visitar o jardim botânico.

Aspeto geral do jardim botânico, anterior ao incêndio de 2017.

Percurso Botânico existente antes do incêndio (ver)

Por outro lado, apresenta-se também o aspeto com que ficou o Jardim Botânico após a recuperação efetuada depois do incêndio, graças à atribuição do Prémio Vilalva pela Fundação Calouste Gulbenkian. (saber mais)

Prémio Vilalva 2018, da Fundação Calouste Gulbenkian (Workshop: Recuperação dos Jardins Históricos do Santuário de Nossa Senhora das Preces), 22 de abril de 2024 (saber mais)

Oito anos depois, mais precisamente em 16 de agosto de 2025, outro incêndio florestal, com início no Piódão, afetou a área de floresta de produção do Santuário, que foi queimada, mas, graças à vigorosa intervenção do Irmão Basílio Martins e do Sr. José Carlos, a área nobre do Santuário (Jardim Botânico, Bosque da Paixão e Parques de Estacionamento) foi poupada, constituindo um oásis verde, que contrasta com o cinzento da área envolvente.

Aspeto geral do jardim botânico, em 12 de setembro de 2025, após ao incêndio florestal desse ano.

Além do património botânico, outro aspeto que, do ponto de vista ambiental, merece destaque é a água, captada em minas, que alimenta fontes e tanques distribuídos pelo Santuário e que se descrevem a seguir:

Chafariz monumental e lagos de repuxo (Ver)

O último local que, do ponto de vista ambiental, merece destaque é o alto do monte do Colcurinho, um local soberbo e fascinante, ao ponto de ser incluído como um importante Geossítio do Estrela Geoparque Património Mundial da UNESCO e, que, também por isso, bem merece ser conhecido.

Monte do Colcurinho (Ver)

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